segunda-feira, 5 de julho de 2010

Os sete pecados de Dunga que derrubaram o Brasil em 2010




Durante quatro anos de trabalho no comando da seleção brasileira, o técnico Dunga acumulou decisões polêmicas e bons resultados. Porém, o maior objetivo traçado pelo comandante não foi alcançado. Na última sexta-feira, a equipe perdeu para a Holanda por 2 a 1 pela Copa do Mundo e não conseguiu conquistar o hexacampeonato. Seguem abaixo os sete erros cometidos por Dunga que derrubaram o Brasil na África do Sul.
1. Estilo - O Brasil sempre foi referência de futebol ofensivo, dribles envolventes e jogadas de habilidade. Em 2010, o time comandado por Dunga abdicou da 'fantasia' e apostou no pragmatismo. A equipe era letal no contra-ataque, impecável na retaguarda, mas tinha sérias dificuldades quando o adversário se fechava na defesa e obrigava os pentacampeões a construir jogadas (como no empate por 0 a 0 com a Bolívia no Maracanã e na vitória suada por 2 a 1 diante da fraca Coréia do Norte).
2. Veteranos inexperientes - Os 23 jogadores convocados por Dunga tinham uma média de 29,3 anos, sendo que o time titular tinha uma média de 27,5 anos. É a maior média de toda a história do Brasil em Mundiais. Isto porque quando o treinador assumiu a seleção, pregou a renovação da equipe montada em 2006. Apesar de experientes, dos 23 convocados, 16 jamais haviam entrado em campo por uma Copa do Mundo (Julio César e Luisão foram reservas há quatro anos) e apresentaram certa instabilidade durante as partidas.
3. Nervosismo - Como jogador, Dunga nunca fugiu de uma dividida. Como treinador, também não. O gosto por um confronto do técnico se transferiu para os jogadores do Brasil, que cometeram 78 faltas, levaram sete cartões amarelos em cinco jogos e ainda tiveram dois jogadores expulsos (Kaká e Felipe Melo). Com 13 faltas, o contestado lateral esquerdo Michel Bastos foi o que mais cometeu jogadas violentas. Esta instabilidade e falta de Fair Play (jogo limpo) impediu que a equipe pudesse mostrar seu bom futebol diante de Portugal (empate por 0 a 0) e Holanda (derrota por 2 a 1).
4. Físico - Nenhum jogador do Brasil se apresentou fora de forma, é verdade. Porém, nem todos estavam em suas melhores condições físicas. O caso mais emblemático foi o meia Kaká, que passou grande parte do ano fora dos gramados (por sofrer com uma pubalgia) e foi adquirir ritmo de jogo durante o Mundial. Luís Fabiano e Juan também tiveram vários problemas de lesão antes da Copa. Um dos principais jogadores da equipe, o goleiro Julio César teve que atuar com uma proteção nas costas para conseguir entrar em campo. Durante o Mundial, Elano, Felipe Melo e Julio Baptista também desfalcaram a equipe por sentirem dores, após entradas dos adversários.
5. Reservas dentro - Dunga levou para a Copa do Mundo jogadores em quem ele confiava. Porém, muitos deles viviam 'inferno astral' em seus clubes. Felipe Melo, Doni, Kleberson e Julio Baptista eram reservas em suas equipes. Elano e Robinho não conseguiram se firmar no pouco tradicional Manchester City e tiveram que ser emprestados para conseguir jogar. Além disso, Michel Bastos, ponta-direita do decadente Lyon, foi improvisado como lateral esquerdo, assim como o lateral direito Daniel Alves teve que ser utilizado como meio-campista.
6. Talentos fora - Enquanto jogadores que viviam péssima fase em suas equipes foram convocados, grandes nomes ficaram fora. Referências como os atacantes Adriano e Fred perderam posição na equipe para Grafite. Ronaldinho Gaúcho ficou fora para que Julio Baptista fosse chamado. Meias jovens e talentosos como Paulo Henrique Ganso e Carlos Eduardo, ficaram apenas entre os sete suplentes (que poderiam ser utilizados em caso de alguma contusão no grupo principal), enquanto Kleberson seguiu para a África do Sul. Opção para colocar fogo no jogo, o santista Neymar foi mais um esquecido, apesar de todos os pedidos da torcida.
7. Imprensa - A grande inimiga de Dunga. O técnico fechou treinamentos, se escondeu da torcida, respondeu de maneira ríspida durante entrevistas e de nada adiantou. Apesar de culpar a imprensa e a badalação dos jogadores pela eliminação da Copa do Mundo de 2006, o capitão do tetra teve um desempenho parecido ao dos comandados por Parreira: campeão da Copa América, da Copa das Confederações e eliminado nas quartas de final da Copa do Mundo. Enquanto se preocupava em tratar mal os repórteres, o comandante esqueceu de solucionar problemas da equipe, como a lateral esquerda e a falta de opções no banco de reservas.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Tucanos (PSDB) comprometem arrecadação futura do Estado de São Paulo




O Banco do Povo está com recursos congelados há vários anos
Do Orçamento Geral do Estado. Em 2010, último ano de sua gestão, receberão apenas 0,008%, cerca de R$ 10 milhões, quando o Orçamento chegará a R$ 135 bilhões. As principais ações destinadas à promoção do desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação no Estado estão a cargo do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), vinculadas à Secretaria de Desenvolvimento, e da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo), vinculada à Secretaria de Ensino Superior. O IPT, atualmente, tem suas pesquisas voltadas, em sua maior parte, ao setor privado. Seu orçamento, de apenas 0,12% em 2007, sofrerá redução passando para 0,11% do Orçamento do Estado em 2010. Os programas e ações da FAPESP se resumem a concessão de bolsas de estudos, auxílio à pesquisa e financiamentos de projetos de interesse privado, especialmente do setor industrial. O orçamento da Fundação correspondeu a 0,68% em 2007, primeiro ano do governo Serra, e corresponderá a 0,58% em 2010, último ano do governo atual. Mesmo depois de ter aprovado lei para aumentar os recursos e as fontes de financiamento do Fundo Estadual de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FUNCET, em 2009, destinado ao financiamento de projetos de inovação da indústria paulista, o governo estadual não está prevendo destinação de recursos para 2010.
Os recursos repassados para o Banco do Povo, a cargo das secretarias da Fazenda e Emprego e Relações do Trabalho, a principal fonte de financiamento para as iniciativas de empreendedorismo, estão congelados há vários anos. Os recursos para concessão de empréstimos de pequeno valor serão reduzidos em cerca de 50% de 2007 para 2010, relativamente ao Orçamento do Estado.
As principais ações de fomento ao desenvolvimento socioeconômico do Estado – a equalização de taxas de juros financeiros para microempresa; o repasse de recursos ao Fides – Fundo Estadual de Incentivo ao Desenvolvimento Social, ao Fidec – Fundo Estadual de Incentivo ao Desenvolvimento Econômico, ao Fundo de Aval e ao Funac – Fundo de Apoio a Contribuintes do Estado de São Paulo - não vêm sendo contempladas no Orçamento estadual.
Contemplada com R$ 800 milhões no Orçamento de 2009, a Agência de Fomento do Estado de São Paulo (AFESP), criada em 2001 e atualmente chamada de Nossa Caixa Desenvolvimento – Agência de Fomento do Estado de São Paulo, e recebeu até novembro de 2009 apenas pouco mais de R$ 200 milhões. Para 2010, sofrerá drástica redução de recursos orçamentários, da ordem de 48.5%, com apenas R$ 428 milhões estimados. A Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade – Investe São Paulo, criada em 2008, até agora não saiu do papel.
No início de 2007, o Banco Nossa Caixa desembolsou ao Estado R$ 2 bilhões pelo direito de exclusividade para pagamento dos salários dos funcionários públicos estaduais.
A exclusividade pelos serviços já ocorria havia quase 15 anos, desde a privatização do Banespa, por força de determinação constitucional que obrigava a administração pública a operar suas finanças exclusivamente com bancos oficiais. A transação provocou desequilíbrio nas finanças da Nossa Caixa que passou a registrar prejuízos sucessivos, até ser vendida ao Banco do Brasil no princípio de 2009, deixando São Paulo sem seu último instrumento de fomento.

Investimentos dependem da União
Dos empréstimos autorizados pelo governo Lula, mais de R$ 7,7 bilhões serão para obras do Programa “Expansão São Paulo”, para ampliação e melhoria do transporte metroviário e ferroviário na Região Metropolitana, a cargo do Metrô e da CPTM. Outros R$ 1,4 bilhão irão para melhoria das estradas, sendo cerca de R$ 720 milhões para melhoria das rodovias e mais R$ 660 milhões para obras e melhorias das estradas vicinais.
Quase R$ 2,8 bilhões serão aplicados em obras de saneamento básico da Sabesp, R$ 835 milhões para obras de recuperação ambiental e outros R$ 320 milhões para obras de combate a Diferentemente do governo FHC, o governo Lula tem autorizado os estados a contraírem novos empréstimos para execução de projetos e investimentos necessários ao desenvolvimento.
Assim é que São Paulo recebeu mais recursos para investimentos do que em qualquer outra época. Além dos empréstimos feitos diretamente pelo BNDES e pela CEF, que já somam mais de R$ 2,7 bilhões, o governo Federal é o avalista junto ao BID, ao BIRD e ao JBIC em empréstimos que somam mais de R$ 11 bilhões.
Os empréstimos autorizados pelo presidente Lula para São Paulo já somam quase de R$ 14 bilhões.
Além desses recursos, mais R$ 240 milhões serão aplicados para construção de novos presídios, cerca de R$ 183 milhões para construção do Complexo Cultural do Teatro da Dança de São Paulo e outros R$ 274 milhões serão aplicados em projetos de modernização fiscal.
Muitos dos projetos agora em andamento estavam parados há quase 20 anos por falta de recursos e foram adiados sucessivamente pelos governos do PSDB.

Substituição tributária
A melhoria do cenário econômico nacional e o aumento da arrecadação de impostos pelo Estado de São Paulo obtido pelo regime de substituição tributária (que está penalizando, sobretudo as microempresas e pequenas empresas) possibilitaram ao governo estadual obter substancial aumento de receita no período até 2008 e se repetiu em 2009, porém em menor escala.
Embora a substituição tributária facilite a fiscalização e a arrecadação, da maneira como vem sendo praticada pelo Estado, distorce a estrutura de preços de mercado e afeta os mecanismos de concorrência. É que, para calcular o tributo substituído, o governo recorre às margens médias de valor agregado em cada elo da cadeia de comercialização, eliminando eventuais diferenças de preços produzidas pela concorrência dos comerciantes.
Outro aspecto negativo é o fato de a substituição tributária anular os benefícios do ICMS das microempresas e pequenas empresas optantes do Super Simples, pois, como o imposto é cobrado integralmente na saída do produto da indústria, as empresas substituídas – grandes ou pequenas – sofrem idêntica carga tributária.

Sistema que afeta a livre concorrência e as promoções

A substituição tributária também pode provocar inflação, atingindo o consumidor final, uma vez que no momento em que a indústria recolhe um valor maior de ICMS, referente a toda a cadeia de comercialização, acaba elevando os preços, que serão repassados para os elos subsequentes, chegando até a população.

Antecipação de receita
Na sequência das privatizações, das concessões onerosas, das terceirizações e da venda da Nossa Caixa, o governador José Serra pôs à venda os direitos creditórios originários de créditos tributários e não tributários objetos de parcelamentos administrativos ou judiciais, além de transferir para empresas privadas os direitos de cobrar e receber impostos, típicos e exclusivos do Estado.
Serra está, de fato, realizando uma operação de antecipação de receita, comprometendo a arrecadação dos governos futuros. Estima-se que essas receitas possam alcançar R$ 10 bilhões, que seriam recebidos pelos governos que virão a partir de 2011, com juros, multas e demais acréscimos judiciais.
Com a venda dos créditos, Serra irá receber antecipadamente estas receitas. A empresa que comprar os créditos pagará um valor mais baixo – deságio – ao governo estadual para depois receber os valores integrais que já foram determinados por decisões judiciais.
Segundo estimativas do próprio governo estadual, já para o ano de 2010 deverão ser arrecadadas cerca de R$ 1 bilhão com a venda destes créditos.
A venda destes créditos na forma idealizada suscita outra questão. Os créditos oriundos de impostos devem ser classificados como Receita Tributária. Parte dos recursos provenientes das receitas tributárias deve ser obrigatoriamente aplicada na educação e na saúde e, outra parte, ser transferida aos municípios.
No entanto, os direitos creditórios originários de créditos tributários foram classificados como Receitas Correntes.
Não há informações precisas de quanto representam esses valores. Porém, a maior parte desses direitos deve ser originária de créditos tributários.

Tucanos comprometem arrecadação futura

Considerados os recursos dos empréstimos autorizados pelo governo Federal, da venda da folha de pagamento dos servidores públicos do Estado para o Banco Nossa Caixa, das concessões onerosas do Rodoanel e da segunda etapa do Programa de Concessões de Rodovias, do crescimento da arrecadação de impostos, da venda da Nossa Caixa
para o Banco do Brasil, e da venda dos créditos tributários, o governo do Estado de São Paulo deverá alavancar quase de R$ 32 bilhões no período 2007-2010 para investimento, conforme podemos ver no quadro que segue.

ALOIZIO MERCADANTE LANÇA EM SÃO PAULO LIVRO QUE APRESENTA FÓRMULA DO SUCESSO DO GOVERNO LULA









“Brasil: A Construção Retomada”, editado pela Terceiro Nome, foi lançado ontem em São Paulo, na presença do presidente Lula.


Será comercializado em todo o país por R$ 34,00

O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) lançou ontem, 29, na Livraria Cultura, na presença do presidente Lula, seu novo livro “Brasil: A Construção Retomada”, editado pela Terceiro Nome. A obra, de 448 páginas, é uma análise do Governo Lula, um documento completo das propostas políticas colocadas em prática nesses dois mandatos presidenciais. O livro será vendido nas livrarias de todo o país por R$ 34,00. A proposta do autor é demonstrar ao leitor como se deu a transformação econômica e social do Brasil promovida pela gestão federal do PT.

O primeiro exemplar do livro foi destinado ao Presidente Lula por ocasião da convenção nacional do Partido dos Trabalhadores, no dia 13 de junho, em Brasília. Lula prefacia a obra, rendendo a ela o mérito de responder às perguntas de analistas brasileiros e estrangeiros que reconhecem que o Brasil vive um excelente momento, com excepcionais perspectivas pela frente, no caminho de se tornar a quinta economia mundial até 2016, possibilidade prevista pelo Banco Mundial.



Para o Presidente da República, as informações reunidas por Mercadante deixam claro para o leitor que o Brasil só foi capaz de superar cerca de 25 anos de estagnação porque compreendeu crescimento econômico e inclusão social como faces de uma mesma moeda. Compreensão, aliás, amadurecida a partir do exercício da democracia. “Uma casa só é forte quando é de todos. E nela todos encontram abrigo, oportunidades e esperanças”, resume a fórmula do sucesso de seu governo o próprio presidente.



Capítulo a capítulo, Mercadante registra medidas que permitiram ao país nos últimos oito anos aumentar a renda média do cidadão brasileiro, conciliar crescimento econômico com maior justiça social e tornar-se nação respeitada internacionalmente. Mas não se restringe à economia. Avalia os desafios e progressos nacionais nas áreas social, política, ambiental, energética, da defesa, das relações exteriores e do marco regulatório do pré-sal, além de debater as novas perspectivas históricas que estão abertas para o Brasil.



O equilíbrio entre o social, o político e o econômico são considerados o tripé que mantém o atual Governo em alta, com históricos 80% de índice de aprovação popular. É nesse equilíbrio que se sustentam as bases do desenvolvimentismo do Brasil, demonstra o novo livro de Mercadante. Nação estável economicamente hoje, o País melhorou a distribuição de renda, se manteve na vanguarda da geração de energias renováveis e se projetou internacionalmente em todos os foros mundiais relevantes. Esse crescimento econômico é atribuído, em grande parte, à formação de um mercado interno de massas, que retirou da pobreza absoluta – por meio da geração de 14 milhões de empregos, aumento real de 64,9% do salário mínimo e da criação do Bolsa Família - 20 milhões de pessoas e incorporou nos últimos anos cerca de 31 milhões de brasileiros e brasileiras ao consumo de bens e serviços.

HOMENAGEM A CELSO FURTADO - A dedicatória do livro é feita ao economista Celso Furtado, conhecido por sua preocupação social e pela defesa de políticas econômicas desenvolvimentistas. Mercadante sustenta que os rumos escolhidos pelo Governo Lula responderam satisfatoriamente às angústias sobre o futuro do país do intelectual falecido em 2004. Furtado acreditava que a construção de um sistema econômico viável para o Brasil só seria possível se o dinamismo do mercado interno fosse considerado motor do desenvolvimento.

sábado, 29 de maio de 2010

Mercadante defende criação de região metropolitana de Sorocaba









Sorocaba, 27 de maio de 2010 - O senador Aloizio Mercadante apresentou hoje, em visita a Sorocaba, propostas para valorizar a economia das cidades do interior paulista. Mercadante defendeu a criação da região metropolitana de Sorocaba. Com mais de dois milhões de habitantes, as 17 cidades que compõem a região já são responsáveis por 4,7% do PIB estadual. Atualmente, 68% da riqueza do estado está concentrada nas regiões de Campinas, Santos e da capital. Por outro lado, 440 municípios são responsáveis por apenas 5% do PIB paulista. Para acabar com estas ilhas de pobreza e riqueza, Mercadante sugere a criação de um Fundo de Desenvolvimento Regional, que apoiaria o crescimento das cidades, respeitando e valorizando o perfil econômico dos municípíos. A ideia é suprir uma lacuna deixada com a venda do Banespa e Nossa Caixa. Aloizio Mercadante avalia que o ideal é repensar o desenvolvimento do estado para gerar mercado de trabalho nos municípios. Jovens migram cada vez mais para a Grande são Paulo atrás de uma oportunidade de emprego. Este cenário mudaria com a valorização das economias locais. A região de Sorocaba, por exemplo, ganharia um forte impulso com a modernização do aeroporto e sua inclusão no sistema de tráfego aéreo nacional. A medida atrairia mais empresas de tecnologia para a área no entorno da Rodovia Castelo Branco, além de desafogar o aeroporto de Viracopos e Congonhas. Mercadante também defende a ampliação da malha ferroviária para desafogar e baratear o transporte de carga e aliviar os congestionamentos - principalmente nos acessos à capital. "São Paulo, nos últimos anos, perdeu espaço no cenário nacional. É preciso planejar o fututo de forma organizada e compartilhada", afirmou o senador. Cesar Ogata - Fotógrafo www.cesarogata.com.br

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Os verdadeiros devedores do Brasil

Burburinho: PiG(*) é devedor da Previdência Social

25/fevereiro/2010 12:26

Bye bye PiG(*)

Bye bye PiG(*)

O Conversa Afiada reproduz email de Stanley Burburinho (quem será Stanley Burburinho ?):

Algumas empresas da velha mídia devedoras da Previdência Social. E depois reclamam do déficit da previdência:

1 – A Infoglobo empresa das Organizações Globo tem nove processos totalizando R$ 17.664.500,51, sendo que quatro deles são de “Penhora Regular e Suficiente”:

INFOGLOBO COMUNICACOES S.A.
CEI/CNPJ raiz: 00.396.253/0000-00
Total: R$ 17.664.500,51

http://www1.previdencia.gov.br/devedores/consvalor.asp?cnpj=00396253000000

2 – A Editora Abril deve à Previdência R$ 1.169.560,41:

EDITORA ABRIL S.A.
CEI/CNPJ raiz: 02.183.757/0000-00
Total: R$ 1.169.560,41

http://www1.previdencia.gov.br/devedores/consvalor.asp?cnpj=02183757000000

3 – A Rádio e Televisão Bandeirantes tem sete processos totalizando R$ 2.646.664,15, sendo que três deles são de “Pedido de Penhora e/ou Reforço de Penhora”:

RADIO E TELEVISAO BANDEIRANTES LTDA
CEI/CNPJ raiz: 60.509.239/0000-00
Total: R$ 2.646.664,15

http://www1.previdencia.gov.br/devedores/consvalor.asp?cnpj=60509239000000

4 – A Folha de São Paulo tem quinze processos e deve à Previdência R$ R$ 3.740.776,10

EMPRESA FOLHA DA MANHA SA
CEI/CNPJ raiz: 60.579.703/0000-00
Total: R$ 3.740.776,10

http://www1.previdencia.gov.br/devedores/consvalor.asp?cnpj=60579703000000

5 – O Estado de São Paulo tem dois processos e deve à Previdência R$ 2.078.955,87

S/A O ESTADO DE S.PAULO
CEI/CNPJ raiz: 61.533.949/0000-00
Total: R$ 2.078.955,87

http://www1.previdencia.gov.br/devedores/consvalor.asp?cnpj=61533949000000

6 – A Editora Globo tem dois processos e deve à Previdência R$ 2.078.955,87

EDITORA GLOBO S.A.
CEI/CNPJ raiz: 04.067.191/0000-00
Total: R$ 1.776.377,29

http://www1.previdencia.gov.br/devedores/consvalor.asp?cnpj=04067191000000

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista


http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=27680

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