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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Vídeo: Moradores não querem ampliação de pedreira na área urbana de Salto de Pirapora

A população de Salto de Pirapora se mobiliza contra a implantação de mineradora próximo da área urbana da cidade.

Empresa que faz exploração de calcário foi autorizada a utilizar uma área de 75 hectares, na zona rural da cidade. População teme pelo barulho e problemas nas estruturas das casas.

Os moradores do Ilha das Flores, em Salto de Pirapora (SP), estão preocupados com a notícia de que uma empresa que faz a exploração de calcário vai ampliar as atividades em uma área próxima ao bairro.











CASO DA PEDREIRA - COMISSÃO É FORMADA PARA ESCLARECER INSTALAÇÃO DE MINERADORA

Ocorreu na noite dessa quinta-feira, 07/06, uma reunião na Câmara Municipal, proposta pelo Presidente da Casa, vereador Matheus Marum, onde ele e demais vereadores da Câmara propuseram a criação de uma Comissão de Assuntos Relevantes para esclarecer os passos que a comunidade tomará a respeito da instalação de empresas mineradoras na cidade, principalmente a empresa Massari, que tem pretensões de se instalar na Estrada do bairro Arco-íris. Essa comissão será formada também por moradores de bairros próximos às áreas de mineração e servirá para discutir e fiscalizar os possíveis danos aos bairros e residências.

Os munícipes tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas e mostrar o abaixo assinado que fizeram, com mais de 4 mil assinaturas, dos que não são a favor da instalação da pedreira.

Dr. Dyego Freitas, advogado da Câmara, esclareceu que o processo de lavra teve início já faz mais de 30 anos e que o documento que a empresa Massari já tem é uma licença-prévia concedida pela CETESB (órgão ESTADUAL). Isso significa que o governo federal, através do DNPM (órgão FEDERAL) autoriza a lavra, porém existem mais de 25 requisitos (condicionantes) que a empresa ainda precisa se adequar para se instalar definitivamente no novo local. Segundo informações obtidas na Câmara, na fase em que se encontra o processo, a empresa não depende de nenhuma licença municipal para começar a atuar.

O documento (licença-prévia) foi expedido em dezembro/2017 e tem validade de 5 anos, que é o prazo que a empresa tem para cumprir as condicionantes e conseguir as licenças de instalação e operação junto à CETESB. 

Após os esclarecimentos, os vereadores Careca do Posto, Nei do São Manoel, Miguel Marcello, João Marum, Cleide da Agropecuária e Matheus Marum manifestaram que também são contra a implantação da pedreira e farão o possível para colaborar com a comissão formada na reunião, composta por 12 munícipes, visando discutir e aprimorar todo e qualquer trabalho que venha a ser desenvolvido no andamento do processo.

Os vereadores Fernando Duarte, Hélio Rossi e Sérgio Ventura não participaram da reunião. 
Ao final da reunião a comissão já determinou que a primeira reunião ser a na semana que vem.

Fonte e foto: Jornal da Cidade















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