quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Jornal da Record News: Convidado avalia importância do porto em Cuba para economia brasileira

Publicado em 31/01/2014


Saiba porque o porto de Cuba é bom para o Brasil

Foi só explodir o caso da construção do aeroporto de Aécio nas terras da família, que a galerinha da oposição resgatou aquela velha história de que o Brasil está gastando dinheiro do povo para construir portos em Cuba. A gente já explicou aqui como isso não é verdade. Parte da construção foi financiada, sim, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e sabe por quê? Porque é bom para o Brasil.
Em editorial, o jornal O Globo explicou que oInvestimento no Porto Mariel faz sentido
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. As justificativas seriam: boa oportunidade de negócios para empresas brasileiras; posição geográfica privilegiada e o Brasil ainda tem participação pouco significativa nos mercados caribenho e da América Central; o equivalente a US$ 800 milhões foram gastos na contratação de serviços e de equipamentos produzidos no Brasil, o que gerou cerca de 20 mil empregos no país.

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 para a revista Carta Capital, o jornalista José Antonio Lima elenca alguns pontos por que a parceria com Cuba é benéfica para o Brasil. Lembrando que, como ele bem explica, a aliança com Cuba não é ideológica, é pragmática. Mas, já que nem todo mundo entendeu ainda, vamos falar novamente:

1. O Porto de Mariel, em Cuba, é tão sofisticado quanto os maiores do Caribe, Jamaica e Bahamas. O BNDES financiou o valor de 682 milhões de dólares com a garantia de que, em contrapartida, 802 milhões de dólares colocados na obra fossem gastos no Brasil, com a compra de bens e pagamento de serviços comprovadamente brasileiros. Segundo levantamento de Odebrecht, empreiteira que também recebeu financiamento para a obra, esse valor empregou 156 mil brasileiros de forma direta e indireta.
2. Há de se considerar ainda que a população cubana é um mercado potencial para empresas brasileiras. Exemplo disso é que as exportações do Brasil para Cuba quadruplicaram na última década, colocando o Brasil entre os três maiores parceiros da ilha.
3. A parceria será ainda melhor se a economia cubana passar por uma modernização. Nesse aspecto, Mariel é fundamental. Ali, ao contrário do resto do país, as empresas podem ter capital 100% estrangeiro, por causa da criação da Zona Especial de Desenvolvimento Econômico. Isso gera o quê? Mercado para as empresas brasileiras.
4. Outro ponto estratégico de Mariel é sua localização, já que fica a 150 quilômetros do maior mercado do mundo, os Estados Unidos. Embora o embargo estadunidense à Cuba ainda esteja em vigor, ele não se sustenta a longo prazo. O presidente Barack Obama, inclusive, já sinalizou que quer flexibilizar a relação entre os dois países. Quando o embargo cair, Cuba se tornará estratégica para o Brasil por causa de sua posição. E, enquanto existe o embargo, o Brasil ocupa um mercado no qual os Estados Unidos não tem entrada.
O jornalista lembra, ainda, que manter boas relações com Cuba não é mérito dos governos petistas. As relações foram reatadas em 1985 e assim se mantém desde então. O governo de Fernando Henrique, inclusive, também fechou parcerias e acordos com Cuba, que podem ser encontrados aqui
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 e aqui
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Um governo que pensa à frente garante um futuro melhor para todos os brasileiros e brasileiras. E se isso significa expandir nossas fronteiras e ocupar, ainda mais, nossa merecida posição de destaque no cenário internacional, melhor ainda. Resta àqueles que têm síndrome de vira lata entender que essa relação é boa pra todo mundo e passa longe de ideologia, é bom para a economia mesmo.
Fonte: Muda Mais


Segundo o diretor do departamento de relações internacionais e comércio exterior da Fiesp, Thomaz Zanotto, a construção do porto cubano é uma oportunidade para o Brasil melhorar a presença econômica na América Central.





terça-feira, 21 de outubro de 2014

Salto de Pirapora no Jornal Nacional - Explosões em pedreira colocam em risco moradores

Explosões em pedreira colocam em risco moradores de Salto de Pirapora 

Cinco famílias moram em vilarejo há 500m de onde foi instalada a pedreira.
Segundo moradores, pedras de cerca de 2kg caem bem próximo das casas.

Assista á reportagem clique aqui(Foto: Reprodução/TV TEM)
O Ministério Público de São Paulo vai pedir o fechamento de uma mina em Salto de Pirapora (SP). A ação é movida porque as explosões da empresa estão colocando as famílias em risco. Sempre que há detonação das rochas, os integrantes das cinco famílias que vivem por ali, em um vilarejo próximo, correm risco de serem atingidos pelas pedras. A pedreira fica a menos de 500 metros das casas.

Os fragmentos de rocha não poderiam ultrapassar o limite, que é o espaço da própria mina. Mas não é isso que acontece. As pedras, resultado da detonação, não só ultrapassam como chegam a atingir as residências, colocando em risco as famílias. Os moradores guardam algumas das pedras que caem no quintal.

Explosões em pedreira colocam moradores em

risco (Foto: Reprodução/TV TEM)


O peso delas chega a assustar, chegando a ter cerca de dois quilos. Em um local onde uma das pedras caiu, é possível ver que provocou um buraco no chão. A pedra caiu a menos de dois metros onde as pessoas estavam.
Para a dona de casa Ângela Souza Silva, a situação é complicada no local. A gente está em uma guerra. Não sei o que fazer".

Com uma câmera escondida, um produtor da TV TEM registrou a rotina dos moradores toda vez que há detonação. Uma funcionária chega de carro 15 minutos antes e avisa sobre a explosão.

- “Seu filho, sua filha estão aqui?”, diz a funcionária.
- “Estão”, responde a moradora.
- “Por favor, a gente vai detonar às 4 horas.”
- “Tudo bem.”
- “Se vocês puderem ir lá. Eu particularmente acho que vocês deveriam ir ali no abrigo.”

Logo após o aviso, todos se abrigam em uma casa antiga, a única que tem laje, mas que está condenada pela Defesa Civil. Mesmo na antiga casa, as mulheres e crianças não têm nenhuma proteção.

A funcionária, de capacete, reconhece o risco. “Tem pedra que... Bate uma pedra em outra pedra, entendeu? Daí dá ultralançamento... Só que uma pedrinha assim, se bater na gente, arranca a cabeça, né? Com a velocidade que ela vem". Antes da família ser liberada, um susto. Segundos depois da explosão, uma pedra cai bem perto da casa.

A TV TEM teve acesso ao alvará emitido pela prefeitura para o funcionamento da mineradora, mas nele não consta a data de emissão e da validade. De acordo com a própria prefeitura, é irregular, já que ele deve ser renovado todo ano.
O promotor da cidade, Luiz Fernando Guinsberg Pinto, analisou as imagens e disse que irá pedir a suspensão imediata das atividades da pedreira. "Esse vídeo prova de forma inafastável que não só ultrapassa como chega a atingir a residência e pode atingir moradores vizinhos. Essa e uma prova suficiente para instruir esta ação inicial que nós estamos propondo para suspensão das atividades de explosão", conclui o promotor.

A empresa Massari informou que tem todas as licenças para executar as explõsoes e que tomou medidas para diminuir os impactos na comunidade de Barrinha. A empresa informou ainda que tem interesse em comprar as cinco casas, mas que nunca conseguiu fechar negócio.


Já a prefeitura informou que vai verificar o alvará de funcionamento e cancelar o documento se comprovar irregularidades.

A falta de água, o racionamento em Piedade e o Rio Pirapora no Jornal Nacional

Racionamento de água começa na zona rural de uma das maiores regiões agrícolas de SP


Assista a reportagem clique aqui!

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Rio Pirapora - Falta de água: Produtores rurais estão proibidos de utilizar bombas para irrigação






sábado, 18 de outubro de 2014

A era Collor, e a história do Brasil a diante


O "caçador de marajás" que dominava o poder do marketing e da oratória conseguiu tornar-se o primeiro presidente eleito depois de 20 anos de ditadura militar. 

Entenda as eleições de 89, o que permitiu a vitória de Collor, suas medidas presidenciais, seus escândalos envolvendo PC Farias, as denúncias do próprio irmão e o primeiro impeachment do Brasil.



A Era Collor é um livro escrito por Rodrigo de Carvalho, que serviu como principal fonte deste vídeo.


Músicas utilizadas:

- CAZUZA: O tempo não para;
- TITÃS: Flores;
- PARALAMAS DO SUCESSO: Lanterna dos afogados;
- BARÃO VERMELHO: Tão longe de tudo;
- CAETANO VELOSO: Alegria, alegria;
- LEGIÃO URBANA: Que país é esse


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Aécio, Collor e o mesmo discurso




Era FHC; Brasil quebrado e governado pelo FMI


Crise da água prejudica quatro cidades na região de Sorocaba

Além de Sorocaba, o desabastecimento afeta também Itu, Salto e Piedade
Foto: Rio Pirapora em Salto de Pirapora
As consequências da crise hídrica no Estado de São Paulo já afetam quatro municípios da Região Metropolitana de Sorocaba. Além de Itu, que sofre com o desabastecimento há nove meses, Piedade, Salto e Sorocaba também administram problemas. Em Piedade, a Sabesp lacrou, em caráter emergencial, bombas de irrigação utilizadas por agricultores e criou um impasse. Veja aqui! 

A assessoria de comunicação da Prefeitura local informou que ontem os lacres começaram a ser retirados e os produtores orientados a utilizarem o recurso de maneira responsável, sem desperdício. A equipe da Defesa Civil foi encarregada de fiscalizar o uso correto da água no município. 

Em Salto, por "divergências no encaminhamento das ações" de combate ao desabastecimento, o prefeito Juvenil Cirelli (PT) exonerou o superintendente do Saae Rodnei Bergamo e criou um conselho gestor para gerenciar os problemas do setor. Além disso entram em vigor na cidade a partir de segunda-feira um novo sistema de contenção. 

Naquela data, os bairros serão divididos por setores e passam a receber água em dias distintos, separados por numeração de dias pares e ímpares entre 20h e 4h. Por exemplo, na própria segunda, dia 20 , serão atendidos os bairros do setor Santa Cruz; já na terça, 21, esse mesmo setor não será abastecido, voltando a receber água no dia seguinte. 

Cirelli revelou que a medida visa fazer com que os problemas gerados pela antiga fórmula, onde as regiões elevadas da cidade não estavam sendo atendidas, sejam finalizados, garantindo que todos sejam atendidos de forma igualitária, já que, somados, os três mananciais que atendem Salto (Pirahy, Buru e Ingá) estão com 35% do volume de capacidade. 

Hoje, começam a vigorar dois novos decretos: o primeiro permite que o município utilize a água de reservatórios particulares para abastecer a população; o segundo determina a economia do uso da água dentro de todos os espaços públicos municipais, como praças, fontes, e cascatas, entre outros. 

O governo também informou que a fiscalização contra o uso inconsciente da água fiscalizado pela Guarda Civil Municipal vem dando resultado. Entre quarta-feira, dia 15 e às 12h de ontem a corporação recebeu 32 denúncias, das quais 20 foram apuradas e 17 comprovaram ser verdadeiras. Não foi necessário aplicar a multa de R$ 241, já que os responsáveis deixaram de cometer o abuso flagrado.


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